Mãe, vai a um tradutor qualquer, e traduz isto (:
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
Um dia quero que isto seja assim prolongado por uma noite dentro, em que o silêncio confortável se irá impor e substituir o riso que aos poucos e poucos se irá desvanecendo, deixando de resistir ao sono que se fará notar.
Essa noite poderá ser infindável.
Quando de manhã acordar e sentir ainda o seu abraço forte a apertar-me, e ao abrir os olhos ver que permanece ali ao meu lado aquele que mais amo, a dormir pacificamente à minha frente, na sua forma mais pura sem sequer imaginar que o contemplo enquanto lhe restam ainda alguns minutos de sono... Nesses minutos irei observar as linhas perfeitas da sua face, a maneira como o cabelo despenteado flutua na almofada. Irei sentir o respirar leve, e irei observar o peito nu a subir e a descer calmamente, não apresentado quaisquer sinais de pressa.
Essa noite poderá ser infindável.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
I Hate These Days
Detesto estes dias. Nestes dias, toda e qualquer motivação que pareça espreitar é logo substituída por algo que parece não saber que está a mais. Estes dias, em que tudo o que corre bem é derrubado por todo o inimaginável de toda e qualquer coisa que poderia correr mal.
A organização da minha vida está agora de patas para o ar. Aliás! Qual organização? Não há, está uma bagunça completa, tanto que por vezes não sei para onde me virar, e inevitávelmente começo a desesperar. E às vezes eu desejava mesmo que pessoas que tanto significam para mim conseguissem compreender as minha dificuldades passageiras, perceber o meu esforço como amiga e namorada a tentar conciliar tudo na minha vida, de modo a que tudo conjugue na perfeição, e eu agradecia que essas mesmas pessoas tentassem parar de (sem querer, acredito) fazer o final perfeito (
Obrigada pela atenção.
Tio
Quem pensas que és? Quem pensas que és a brincar assim com a preocupação e a saudade de nós, aqueles que te amam, enquanto te escondes atrás de mentiras, falsidades, ciúmes, invejas e rancor daquelas que te maltratam?
Como te atreves a estar presente na minha vida desde que me conheço, e, assim do nada, abandona-la, destruindo por completo o meu conceito de família perfeita completamente junta? Como te atreves a retirar da minha vida e abraço a menina dos meus olhos? Como te atreves deixar que ela faça com que eu perca o crescimento único e rápido da pequenina? Como te atreves a deixar-me meses a fio sem informações, sem um olá, uma notícia, uma visita, nada? Como consegues a ser tão frio e despegado de nós, tio?
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