terça-feira, 6 de setembro de 2011

Sabes que havemos de ser sempre assim. (:
Eu a ser parvinha, a melgar-te e a fazer-te cócegas, e tu a aguentares a minha idiotice, e no entanto continuares a apaixonar-te por ela todos os dias.
Sabes uma coisa amor? Eu amo. Amo passear contigo, agarrar-te na mão e caminhar até não conseguir mais. Hoje foi assim, andámos ao nosso passo - não ao teu, não ao meu, ao nosso - e até não aguentarmos mais.
É estranho e fascinante todo o misto de sensações que me dás.
Muitas vezes sinto que somos perfeitos: somos tão diferentes, mas tudo em nós encaixa, é como se nos completássemos um ao outro, formando o nós existente. No entanto, os meus medos e inseguranças conseguem distorcer essa imagem maravilhosa que tenho de nós, e decidem ilustrar-nos como duas pessoas distintas que não faz sentido estarem juntas porque são tão diferentes que num caso normal nunca faria sentido.
Mas amor, queres saber outra coisa? Eu amo-te. E eu amo-nos, amo aquilo que somos.
Amo a maneira como falamos horas a fio de tudo, amo a maneira como me escutas. Amo o teu sorriso, e estou apaixonada pelo teu riso. Amo quando gozas comigo, e amo quando me proteges. Amo mesmo quando me ficas a olhar nos olhos, e quando me acaricias o rosto e docilmente apelas ao meu beijo.


E amor, o meu pensamento dominante é como somos tão perfeitos juntos, e em como em tão pouco tempo fizeste de mim uma pessoa tão feliz.

sábado, 3 de setembro de 2011


És o meu loirinho completamente tosco.
És extremamente adorável.
Adoro as desculpas que me dás.
Adoro a tua intimidação às pessoas na rua.
Adoro que me dês a mão.
Adoro que digas que sou tua.
Amo o teu sorriso, e apaixonei-me completamente pelo teu riso.
Adoro fazer-te cócegas.
Adoro dar-te beijinhos no nariz. E nas bochechas. E no pescoço. E na cabeça. E na testa. E nos lábios.
Adoro deitar-me em cima do teu peito.
Adoro sentir o teu coração na tua barriga.
Adoro os teus abraços.
Adoro que me faças cócegas.
Adoro morder-te o lábio.
Os teus olhos fazem com que eu fique completamente apática.
Amo o teu olhar.
Amo o facto de gostares das minhas festinhas com as unhas nos teus braços.
Amo a maneira como todos os dias a tua pessoa me parece cada vez mais bela.
Amo a maneira como me fazes sorrir e rir.
Adoro quando dizes que não posso sair à rua vestida de uma certa maneira.
Amo quando mostras preocupação para comigo.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Despedidas não deviam de existir.
Despedida. A própria palavra por si mesma é desprezível; como tal, deveria ser banida dos nossos dicionários, das nossas memórias e das nossas acções.


Oh amor, fazes-me sentir tão especial, tão amada, as tuas festinhas na minha cara, os teus abraços, os teus beijos tão mansinhos e carinhosos. Tu sabes, tu sabes perfeitamente que amei o nosso dia de hoje. O passeio enorme que nos deixou estafados, foi perfeito. Tu não reparaste, sei que não reparaste, mas eu tentava comparar o azul dos teus olhos com o azul do céu que por vezes espreitava por entre as núvens cinzentas, e o azul esverdeado da água. E os teus olhos eram mais profundos que o caminho infinito do céu que nos conduz a galáxias e nebulosas coloridas, e ainda mais profundos que as profundezas marinhas e todas as belezas constantes nas suas águas... Deixam-me completamente vidrada no teu olhar. Juro que posso dizer sinceramente que te amo. Neste momento és das coisas mais especiais que tenho comigo @

quinta-feira, 1 de setembro de 2011


Amor, eu acredito em nós, és a melhor coisa que me poderia ter acontecido  ♥