Mostrar mensagens com a etiqueta Saudades. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Saudades. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Faz o que me dizes. Deixa as coisas em casa e corre para apanhares o autocarro que iniciar a sua partida mais cedo.
Vem. Vem ter comigo, aparece ao portão verde de minha casa, e avisa-me que a peça que falta para me sentir completa está à minha espera à entrada. Vem e diz-me, quantas vezes quiseres, hoje, amanhã, daqui a uma semana, daqui a um mês, daqui a um ano, até que não tenhas de avisar, e simplesmente entres dentro da nossa casa, onde todo um aglomerado de nós se encotra.
Amo-te.
sábado, 27 de agosto de 2011
João, é agora! Estás pronto? Estas pronto para voltar para casa, para voltares para as ruas alegres e iluminadas onde todas as caras são familiares? Estas preparado para voltares a abraçar aqueles que te amam? Estás pronto para toda uma revelação de emoções? Estás preparado para matares saudades? Estás pronto para nadares nas águas transparentes das praias? Estás pronto para comer os teus rissóis de camarão? Estás pronto para passares dias inteiros connosco, comigo? Estás pronto para passares aquela maldita porta do aeroporto? Eu estou mais que pronta.
Mas infelizmente, terás de estar pronto também para abandonares tudo de novo...
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Cookie
E enquanto aguardava o seu regresso sentei-me no degrau solitário do alpendre fechado, enquanto ouvia o seu miar que outrora tão longe, agora fazia-se soar mesmo ao meu lado. Roçou a cabecinha em mim e ronronou. Lançou-me um olhar directo e foi a correr para o seu "apartamento", enquanto se lançava disparado para o interior. Estava a chamar-me.Mas eu nem liguei, estava absorta nos meus problemas.
Então retornou a tentar obter a minha atenção. A fome apertava a sua pequena barriguinha. E levantei-me, olhei para o meu gatinho às risquinhas, soltei uma lágrima que lhe caiu no nariz cor-de-rosa; abanou a cabeça com o impacto frio da gota. Sorri. Ao ver-me sorrir, rebolou no chão, como que para me alegrar ainda mais. Entrei em casa para buscar a comida, e servi-o no pequeno prato de loiça, mas, desta vez, não agiu como de costume. Ficou a olhar para mim, sereno, a observar enquanto lhe apanhava a manta do chão e a dobrava no sítio onde se encontra a cama. Por momentos temi que resolvesse atacar-me. Mas continuou a observar-me, e dirigiu-me um miar doce, como que uma despedida, talvez um arrependimento, e ainda um pedido de desculpas. Antes de lhe fechar a porta, antes de correr dali para fora a soluçar, e antes de o meu peito começar a doer com a sua ausência disse-lhe: "Se te tivesses portado como um gato a sério, tal qual como deverias ser, nada disto seria assim, e eu não teria medo de ti, e tu não estarias aqui, isolado, sozinho nesta divisão aborrecida. Apesar de tudo, a mamã gosta muito de ti fofinho..." e esta última parte saiu-me como um suspiro breve, enquanto me dirigia a correr para o interior de casa, para me deixar afogar na falta que o meu pequenino me faz.
domingo, 8 de maio de 2011
JG @
Enviei-te uma carta, será que chegou?Nela enviei todo o meu amor para ti... Com ela entreguei-te o odor do meu perfume, e a saudade patente na minha escrita. Com ela, mandei para ti a lembrança do cheiro a maresia, que bate muito de mansinho nas manhãs mais quentes à porta de minha casa, e também o calor dos raios de sol que incidem com força, tão quentes e brilhantes, no meu telhado. Com ela enviei os melhores sabores de doces e salgados, os quais há tanto não podes provar, pois no sitio onde estás, deles nunca ouviste falar. Enviei-te um rumor da minha vida, desde a última vez em que o teu abraço me apertou... Oh! quando foi a última vez?...
Enviei-te todas as lágrimas, desgraças e desgostos... Enviei principalmente as lágrimas da tua ausência, e a falta que me fazes. Mandei os meus sorrisos e desejos, curiosidades e e ciúmes. Enviei-te um pedaço de mim, aquele que espero que te reavive a memória, e que faça com que nunca me percas no teu dia-a-dia tão longe de mim. Nela enviei todo o meu amor para ti... Enviei toda a minha saudade, centrada em ti... Fazes-me muita falta.
Enviei-te todas as lágrimas, desgraças e desgostos... Enviei principalmente as lágrimas da tua ausência, e a falta que me fazes. Mandei os meus sorrisos e desejos, curiosidades e e ciúmes. Enviei-te um pedaço de mim, aquele que espero que te reavive a memória, e que faça com que nunca me percas no teu dia-a-dia tão longe de mim. Nela enviei todo o meu amor para ti... Enviei toda a minha saudade, centrada em ti... Fazes-me muita falta.
sábado, 16 de abril de 2011
Cookie, meu Cookie..
Fiquei apavorada quando te vi a dirigires-te a mim assim, com esse olhar louco, alucinado nos teus olhos amarelos. Não parecias tu. Atacaste-me vezes sem conta, e os meus gritos foram abafados pela solidão da casa vazia. Dava até para ouvir os rasgões que impunhas na minha pele, mutilando o meu braço por completo. Tentava afastar-te, mas continuavas a saltar para cima de mim, e num mero segundo causavas-me mais dor. Consegui deixar-te confuso com a manta por cima de ti, e escapar, fechando a porta da casa de banho atrás de mim, encurralando-te lá dentro. A queda que dei a seguir, não foi da perda de sangue e das tonturas que teimava causar-me, foi sim do medo que caiu sobre mim. Não parecias minimamente o gatinho que sempre mimei desde que veio para mim.
Chorei, chorei tanto tanto tanto, mas nem era bem pela dor em si, foi por me teres atacado a mim, de forma tão injusta, eu, que te amo acima de tudo, que te mimo mais do que ninguém, eu que te deito à noite aconchegado entre mantas e festinhas, eu que te alimento e que te beijo todos os dias. E, com o susto que apanhaste, ou o que quer que tenha sucedido, atacaste-me a mim. Logo a mim.
As pessoas ficam admiradas quando me vêem a chorar com pena de ti, por estares preso no jardim, e por não te deixarem entrar de novo. As pessoas pergunta-me como consigo ter pena de ti, depois daquilo que me fizeste, como te consigo perdoar, depois de tudo, do tempão que fiquei no Centro de Saúde para ser atendida, das insónias excessivas, e da tua imagem a atacar-me a repetir-se vezes sem conta na minha cabeça. Mas a verdade é que acho que nunca houve nada a perdoar, eu sei que, de certo modo, não tiveste culpa. Algo aconteceu para te deixar tão transtornado, e posso afirmar que o meu amor por ti não diminuiu, seria incapaz de diminuir, apenas terei de ter mais cautela quando me voltarem a permitir a nossa aproximação, que não parece estar muito próxima.
Não imaginas como tenho saudades de te afagar a cabeça, e das tuas torrinhas na minha cara.
Chorei, chorei tanto tanto tanto, mas nem era bem pela dor em si, foi por me teres atacado a mim, de forma tão injusta, eu, que te amo acima de tudo, que te mimo mais do que ninguém, eu que te deito à noite aconchegado entre mantas e festinhas, eu que te alimento e que te beijo todos os dias. E, com o susto que apanhaste, ou o que quer que tenha sucedido, atacaste-me a mim. Logo a mim.
As pessoas ficam admiradas quando me vêem a chorar com pena de ti, por estares preso no jardim, e por não te deixarem entrar de novo. As pessoas pergunta-me como consigo ter pena de ti, depois daquilo que me fizeste, como te consigo perdoar, depois de tudo, do tempão que fiquei no Centro de Saúde para ser atendida, das insónias excessivas, e da tua imagem a atacar-me a repetir-se vezes sem conta na minha cabeça. Mas a verdade é que acho que nunca houve nada a perdoar, eu sei que, de certo modo, não tiveste culpa. Algo aconteceu para te deixar tão transtornado, e posso afirmar que o meu amor por ti não diminuiu, seria incapaz de diminuir, apenas terei de ter mais cautela quando me voltarem a permitir a nossa aproximação, que não parece estar muito próxima.
Não imaginas como tenho saudades de te afagar a cabeça, e das tuas torrinhas na minha cara.
quarta-feira, 23 de março de 2011
First Love - Adele (L)

Despite my empty mouth the words are in my mind... Please wear the face, the one where you smile because you lighten up my heart, when I start to cry... Forgive me first love, but I'm tired. I need to get away, to feel again. Try to understand why.
Adele - First Love
about
Amor,
Arrependimento,
Compreensão,
First Love,
Saudades,
Sentimentos
domingo, 20 de março de 2011
A quem é que estou a tentar enganar?
Todos os dias sinto a tua falta.
Todos os dias sei que preciso de ti.
Todos os dias relembro o teu sorriso.
Todos os dias oiço uma música nossa.
Todos os dias tenho saudades da tua familia toda... também já faziam parte da minha, ao fim de um ano...
Todos os dias choro ao relembrar o quão feliz era contigo.
Todos os dias sinto falta das tuas mensagens diárias de boa noite.
Todos os dias penso nos nossos jantares em minha e em tua casa, nos nossos jantares na pizzeria e tu a pegares-me ao colinho e a dares-me miminhos...
Todos os dias sinto que sem ti não dá.
Todos os dias não aceito o facto de te ter perdido.
Todos os dias desejo ouvir-te de novo a tocar bateria durante tanto tempo, enquanto fico sentada em cima da tua cama, sossegada, a sorrir.
Sempre que vejo o meu poster do Jack lembro-me de ti e do dia em que mo deste.
Sempre que te vejo não me contenho ao ver que te perdi, e que nunca te irei reaver, porque tu, a pessoa amorosa por quem me apaixonei, já não existes. Só te via pelo fisico, pois ainda havia uma réstia de ti no teu corpo agora dominado por outro alguém, como o sorriso. Mas agora, nem isso reconheço.
Sinto tanto a tua falta fofinho...
Todos os dias sinto a tua falta.
Todos os dias sei que preciso de ti.
Todos os dias relembro o teu sorriso.
Todos os dias oiço uma música nossa.
Todos os dias tenho saudades da tua familia toda... também já faziam parte da minha, ao fim de um ano...
Todos os dias choro ao relembrar o quão feliz era contigo.
Todos os dias sinto falta das tuas mensagens diárias de boa noite.
Todos os dias penso nos nossos jantares em minha e em tua casa, nos nossos jantares na pizzeria e tu a pegares-me ao colinho e a dares-me miminhos...
Todos os dias sinto que sem ti não dá.
Todos os dias não aceito o facto de te ter perdido.
Todos os dias desejo ouvir-te de novo a tocar bateria durante tanto tempo, enquanto fico sentada em cima da tua cama, sossegada, a sorrir.
Sempre que vejo o meu poster do Jack lembro-me de ti e do dia em que mo deste.
Sempre que te vejo não me contenho ao ver que te perdi, e que nunca te irei reaver, porque tu, a pessoa amorosa por quem me apaixonei, já não existes. Só te via pelo fisico, pois ainda havia uma réstia de ti no teu corpo agora dominado por outro alguém, como o sorriso. Mas agora, nem isso reconheço.
Sinto tanto a tua falta fofinho...
quarta-feira, 2 de março de 2011
:'(
Eu só quero que ele fique cá de vez.
Ou pelo menos que troque as coisas, que em vez de ficar cá uma semana e lá três meses, fique cá três meses e lá uma semana...
Será pedir assim tanto?
Ou pelo menos que troque as coisas, que em vez de ficar cá uma semana e lá três meses, fique cá três meses e lá uma semana...
Será pedir assim tanto?
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
I miss you...
Sinto a tua falta, sabes? Acho que o pior erro foi mesmo teres mudado de escola, tanto para ti, como para mim, para a Anna, para todos enfim...Por exemplo, amanhã. Amanhã vai ser a minha estreia a ver um novo mundo na escola... E como eu queria que tu estivesses ao meu lado para tamanho passo para mim... É como os bebés que estão a dar os primeiros passos... Sinto que és uma mãe que vai perder os primeiros passos do teu bebé...
Não sei, acho que não demonstro muito isto, em parte para não te magoar, mas... Meu Deus, como sinto a tua falta, Sofia...
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Nerinho@
Já alguma vez sentiram um grande buraco que suga toda a nossa energia, mesmo no centro do nosso tronco, de cada vez que perdem alguém/algo importante?
Sinto um agora mesmo...
Sinto um agora mesmo...
...Nem me consegui despedir meu grande cãozinho branco...
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Maybe, sweetie..
Huff, my day sucked... Maybe, just maybe, it was because you weren't around. I think I kinda missed you...@
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Feelings, owa, feelings...
Apetece-me falar contigo. Não me disseste nada hoje, depois das aulas, o que não é costume, falamos sempre. E apetece-me, taaaaaaanto. Mas não o vou fazer... quero dizer, o que diria? Olá?
Não, isso seria uma pressão, e eu disse que não te iria pressionar.
Mas esta minha vontade...
Espero que, mesmo a estas horas da noite, ainda me venhas pedir ajuda com os t.p.c... :$
Não, isso seria uma pressão, e eu disse que não te iria pressionar.
Mas esta minha vontade...
Espero que, mesmo a estas horas da noite, ainda me venhas pedir ajuda com os t.p.c... :$
Subscrever:
Mensagens (Atom)







I think I couldn't wish you more than I do right now. You're so very special...