I think I couldn't wish you more than I do right now. You're so very special...
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Conto-te...
Um dia conto-te todo o mal que me causaram.
Conto-te como num dia fizeram com que todo um mundo desabasse em cima de mim.
Conto-te como o meu interior se desmoronou, e como ainda não está reconstituido.
Conto-te como me é dificil a aproximação repentina contigo e com os teus pais devido à minha perda (tanto em relação a ele como à familia dele).
Conto-te como não sei como não descambei até ao final mesmo, e conto-te em quem encontrei esperança e ajuda.
Conto-te quem foi que me conseguiu apanhar e tirar do desespero profundo.
Um dia conto-te como me senti humilhada, usada e trocada, e talvez consigas compreender o porquê de algumas das minhas atitudes de auto-defesa...
Conto-te como num dia fizeram com que todo um mundo desabasse em cima de mim.
Conto-te como o meu interior se desmoronou, e como ainda não está reconstituido.
Conto-te como me é dificil a aproximação repentina contigo e com os teus pais devido à minha perda (tanto em relação a ele como à familia dele).
Conto-te como não sei como não descambei até ao final mesmo, e conto-te em quem encontrei esperança e ajuda.
Conto-te quem foi que me conseguiu apanhar e tirar do desespero profundo.
Um dia conto-te como me senti humilhada, usada e trocada, e talvez consigas compreender o porquê de algumas das minhas atitudes de auto-defesa...
Auto-retrato?
-Um auto-retrato? Como raio é que vou conseguir fazer um auto-retrato decente para se ler ao resto da turma se só encotro falhas no meu ser?
Eu diria simplesmente: Pessoa extremamente frágil toda estragada emocionalmente. Mas já se sabe que se dissesse isso à minha turma iriam surgir todo o tipo de questões.
Por isso tentei o melhor que pude e lá fiz algo que até ficou engraçado. Li à turma, pareceram gostar... O professor também gostou, talvez, se o receber amanhã, o ponha aqui...
Eu diria simplesmente: Pessoa extremamente frágil toda estragada emocionalmente. Mas já se sabe que se dissesse isso à minha turma iriam surgir todo o tipo de questões.
Por isso tentei o melhor que pude e lá fiz algo que até ficou engraçado. Li à turma, pareceram gostar... O professor também gostou, talvez, se o receber amanhã, o ponha aqui...
sábado, 19 de fevereiro de 2011
N #2
I'm not really sure of what I want with you. I know you make me dream, I know you're the boy of my dreams, but in real version.I know you make smile 'till my cheeks hurt, and I know you love my smile.
I love your eyes, and the way they change colors so easilly.
I love the way you so blindly see me...
But is it enough? What if it's not enough? I'm afraid...
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Era Uma Vez...
Ela tinha um amigo. Um amigo que tentava sempre levantá-la para um melhor nível de humor, que a fazia rir com vontade, e que se certificava todos os dias se ela estava bem. E de dia para dia, a menina foi melhorando.
Com o passar das horas, as cores do seu mundo passaram daquele cinzento opaco para um cinzento fumo, e, consecutivamente, deixaram que o seu fumo transparecesse algum brilho e cor fraca.
A menina ansiava todos os dias pelo seu 'Olá' diário, ou até pelo seu telefonema.
E a sua música começou a soltar-se um pouco todos os dias do seu fio de melancolia, e começou a unir-se à alegria depravada, combinando com dias solarengos de Inverno.
Ela ansiava para que as aulas retomassem, para poder de novo ver a sua face de expressão marota diariamente, ouvir a sua gargalhada a ecoar, e sentir o seu olhar posto nela.
E todos os dias eles trocavam mensagens, mensagens alegres que a deixavam radiante.
E o seu coração, aos poucos e poucos conseguiu ser concertado pelo seu amigo.
E as aulas começaram. Ela via-o de novo. Via a sua face marota, ouvia a sua gargalhada, e corava quando os seus olhares cruzavam. E ao toque do final das aulas ela descia a rua para ir apanhar o comboio, e o seu mundo era brilhante, colorido com cores quentes e alegres. A música que ouvia com os seus phones grandes era mexida e dava-lhe vontade de dançar. E, algo estupidamente, ela tinha um sorriso cravado na sua cara que nunca a abandonava, e que enchia a sua alma. Ela pensava nele ,constantemente, ele nunca a abandonava.
Os amigos dela diziam que ela não tinha nada a ver com ele, e que era muito pouco provável eles terem alguma coisa juntos, um futuro que fosse, mas ela achava que podiam, ela gostava mesmo dele, e ela queria mesmo estar com ele.
No entanto esta história, meus amigos, não teve um final feliz, e o mundo da menina voltou de novo a ter um tom cinzento, opaco, e muito vazio.
Era uma vez uma menina que tinha o coração partido.
about
Amor,
Desejos,
Dor,
Emoções,
Inseguranças,
Medo(s),
Melancolia,
Nostalgia,
Tristeza
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Estragada emocionalmente

"(...)Eu sempre disse que eles nunca teriam futuro, mas ela achava que podiam ter. Ela queria mesmo estar com ele..
(...)Teve dois namorados, mas graaaandes relações. Um deles foi de um ano!
Ela quando gosta, gosta. Mas só se magoa... o que ela passou ninguém devia passar,
e nem sequer gosta de curtes. Eu disse lhe que ela devia comer um gajo, assim na boa. Mas ela nao consegue... Ela é linda, mas está toda estragada emocionalmente. Houve muita merda... Está descansado. Já a safei dum cabr*o, safo-a de outros."
Ela proteje-me, gosto disso, amo mesmo. Mas doi. Doi ver aquilo, e saber que é a verdade, é a mais pura verdade. Eu estou toda estragada emocionalmente... E quer queira quer não, há-de ser sempre assim, hei-de estar sempre muito frágil...
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Should I? Or Shouldn't I?
Devo ou não?
É certo que se costuma dizer: quem não arrisca não petisca... Mas será que devo arriscar mesmo?
O que vou fazer é quase suícidio... Ele vai rejeitar-me, e eu vou ficar a sentir-me péssimamente mal... Mas, há também uma pequena probabilidade de que ele não me venha a rejeitar, afinal de contas, é uma tentação.
Então pronto, supomos que não rejeita. E depois? Depois disso? O que se segue?
Um fim-de-semana interminável?
Devo ou não?
É certo que se costuma dizer: quem não arrisca não petisca... Mas será que devo arriscar mesmo?
O que vou fazer é quase suícidio... Ele vai rejeitar-me, e eu vou ficar a sentir-me péssimamente mal... Mas, há também uma pequena probabilidade de que ele não me venha a rejeitar, afinal de contas, é uma tentação.
Então pronto, supomos que não rejeita. E depois? Depois disso? O que se segue?
Um fim-de-semana interminável?
Devo ou não?
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