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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Nine Black Alps - Pocket Full Of Stars
I don't know who you are
And I don't know where you've been
Always out on your own
Always down on your knees
Now you know
I need a miracle
A star-crossed lover
An arrow in my heart
I need a rainy day
and an endless summer
A pocket full of stars
Oooooooh
Now you know
I need a miracle
A star-crossed lover
An arrow in my heart
I need a rainy day
and an endless summer
A pocket full of stars (2x)
Maybe you're just like me
You see the faces in the crowd
Looking down at their feet
Never once make a sound
Oooooooh
Obrigada Anna, por ma teres mostrado, amo-a.
segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
A quem é que estou a tentar enganar?
Todos os dias sinto a tua falta.
Todos os dias sei que preciso de ti.
Todos os dias relembro o teu sorriso.
Todos os dias oiço uma música nossa.
Todos os dias tenho saudades da tua familia toda... também já faziam parte da minha, ao fim de um ano...
Todos os dias choro ao relembrar o quão feliz era contigo.
Todos os dias sinto falta das tuas mensagens diárias de boa noite.
Todos os dias penso nos nossos jantares em minha e em tua casa, nos nossos jantares na pizzeria e tu a pegares-me ao colinho e a dares-me miminhos...
Todos os dias sinto que sem ti não dá.
Todos os dias não aceito o facto de te ter perdido.
Todos os dias desejo ouvir-te de novo a tocar bateria durante tanto tempo, enquanto fico sentada em cima da tua cama, sossegada, a sorrir.
Sempre que vejo o meu poster do Jack lembro-me de ti e do dia em que mo deste.
Sempre que te vejo não me contenho ao ver que te perdi, e que nunca te irei reaver, porque tu, a pessoa amorosa por quem me apaixonei, já não existes. Só te via pelo fisico, pois ainda havia uma réstia de ti no teu corpo agora dominado por outro alguém, como o sorriso. Mas agora, nem isso reconheço.
Sinto tanto a tua falta fofinho...
Todos os dias sinto a tua falta.
Todos os dias sei que preciso de ti.
Todos os dias relembro o teu sorriso.
Todos os dias oiço uma música nossa.
Todos os dias tenho saudades da tua familia toda... também já faziam parte da minha, ao fim de um ano...
Todos os dias choro ao relembrar o quão feliz era contigo.
Todos os dias sinto falta das tuas mensagens diárias de boa noite.
Todos os dias penso nos nossos jantares em minha e em tua casa, nos nossos jantares na pizzeria e tu a pegares-me ao colinho e a dares-me miminhos...
Todos os dias sinto que sem ti não dá.
Todos os dias não aceito o facto de te ter perdido.
Todos os dias desejo ouvir-te de novo a tocar bateria durante tanto tempo, enquanto fico sentada em cima da tua cama, sossegada, a sorrir.
Sempre que vejo o meu poster do Jack lembro-me de ti e do dia em que mo deste.
Sempre que te vejo não me contenho ao ver que te perdi, e que nunca te irei reaver, porque tu, a pessoa amorosa por quem me apaixonei, já não existes. Só te via pelo fisico, pois ainda havia uma réstia de ti no teu corpo agora dominado por outro alguém, como o sorriso. Mas agora, nem isso reconheço.
Sinto tanto a tua falta fofinho...
Oh, what of small things is made happiness...

People usually blame love (the feeling himself) for all the suffering they're subjected to. But when my head is in the place, and I'm calm enough to think carefully, I don't see love like the bad-ass feeling...
And why? Because the people in the relationship are the ones that hurt us. It's people, as usual, who hurt the beloved one's.
When in love, we can feel thing with such a huge intensity, that the cold becomes colder, and hot burns. The light breeze that blows in your face becomes pleasing to the touch of your cheeks so red and hot just by the tought of your beloved one. Your face hurts because you smile all the time, and you can swear you're the happiest person on the world. If he/she smiles you back, you preservethat memory as your most precious treasure. Oh, what of small things is made happiness...
Primavera

Finalmente, a minha época do ano preferida chegou.
Já sinto o ar morninho nas minhas pernas despidas. Os casacos grandes e quentíssimos já se podem ir guardando nos armários, e este sol quente que se mantém sempre presente, de certo modo, aquece também a alma e ajuda a indagar um pouquinho mais de felicidade que se nota, assim como o sol, mais presente.
Eu amo a Primavera.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Menina e Moça - Bernardim Ribeiro (quase como se fosse um relato meu escrito em português arcaico)

"Meu amigo verdadeiro, quem me vos levou tão longe? (...) A vós contava eu tudo. Como vós vos fostes, tudo se tornou tristeza (...). Tudo me foi tirado, no meu mal nem remédio nem conforto houve aí. (...) Coitada de mim, que estou falando e não vejo ora eu que leva o vento as minhas palavras, e que me não pode ouvir a quem falo! (...) Das tristezas não se pode contar nada ordenadamente, porque desordenadamente acontecem elas, e também por outra parte não me dá nada que o lea ninguém, que eu não o faço senão para um só, ou para nenhum (...)."
sábado, 12 de março de 2011
"O Rouxinol e a Rosa"
"Ela disse que dançaria comigo se eu lhe levasse rosas vermelhas", lamentava-se o jovem Estudante; "mas em todo o meu jardim não há uma só rosa vermelha."
Do seu ninho na azinheira, o Rouxinol ouviu-o, espreitou através das folhas, e esperou.
"Não há uma só rosa vermelha em todo o meu jardim!" lamentou-se ele, e os seus lindos olhos encheram-se de lágrimas. "Ah, de que pequenas coisas depende a felicidade! Eu li tudo o que os sábios escreveram, e são meus todos os segredos da Filosofia, e no entanto, a minha vida é uma desgraça por querer apenas uma rosa vermelha."
"Finalmente, eis um verdadeiro apaixonado", disse o Rouxinol. "Noite após noite, eu o cantei, apesar de não o conhecer: noite após noite, eu contei a sua história às estrelas, e agora conheci-o. O seu cabelo é escuro como a flor do jacinto, e os seus lábio são vermelhos como a rosa dos desejos, mas a paixão deixou a sua face pálida como o marfim e a tristeza deixou marcas na sua expressão."
Do seu ninho na azinheira, o Rouxinol ouviu-o, espreitou através das folhas, e esperou.
"Não há uma só rosa vermelha em todo o meu jardim!" lamentou-se ele, e os seus lindos olhos encheram-se de lágrimas. "Ah, de que pequenas coisas depende a felicidade! Eu li tudo o que os sábios escreveram, e são meus todos os segredos da Filosofia, e no entanto, a minha vida é uma desgraça por querer apenas uma rosa vermelha."
"Finalmente, eis um verdadeiro apaixonado", disse o Rouxinol. "Noite após noite, eu o cantei, apesar de não o conhecer: noite após noite, eu contei a sua história às estrelas, e agora conheci-o. O seu cabelo é escuro como a flor do jacinto, e os seus lábio são vermelhos como a rosa dos desejos, mas a paixão deixou a sua face pálida como o marfim e a tristeza deixou marcas na sua expressão."
- De Oscar Wilde "O Rouxinol e a Rosa"
Simon & Garfunkel Wednesday Morning, 3 A M
I can hear the soft breathing
Of the girl that I love,
As she lies here beside me
Asleep with the night,
And her hair, in a fine mist
Floats on my pillow,
Reflecting the glow
Of the winter moonlight.
She is soft, she is warm,
But my heart remains heavy,
And I watch as her breasts
Gently rise, gently fall,
For I know with the first light of dawn
Ill be leaving,
And tonight will be
All I have left to recall.
Oh, what have I done,
Why have I done it,
Ive committed a crime,
Ive broken the law.
For twenty-five dollars
And pieces of silver,
I held up and robbed
A hard liquor store.
My life seems unreal,
My crime an illusion,
A scene badly written
In which I must play.
Yet I know as I gaze
At my young love beside me,
The morning is just a few hours away.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Do you remember?
Lembras-te?Lembras-te quando apenas tinhas medo do bicho papão, do homem do saco e de barulhos altos?
Lembras-te como passavas os dias a desenhar com todas as cores do arco-iris disponíveis nos lápis de cera macios?
Lembras-te que sempre que te diziam que iam passear querias levar o triciclo ou a trotineta?
Lembras-te como rias à gargalhada com as cócegas que faziam a todo o momento? E lembras-te como o teu próprio riso soava sempre a uma melodia tão agradável?
Lembras-te de todos os beijinhos que recebias nas bochechas tão fofas de grandes?
Lembras-te de como te conseguiam tão simplesmente elevar para que pudesses assistir o mundo num ponto mais alto, nas cavalitas aos ombros do teu pai, da tua mãe, ou de outro alguém tão importante?
Lembras-te como querias que todas as noites te lessem um livro e deixassem a luz acesa para que os monstros não saissem debaixo da cama para te intragar de uma só dentada? E lembras-te de como todas as histórias tinham um final feliz?
Lembras-te da ausência de stresses que se sentia? Tudo era colorido e feliz (tirando quando querias uma coisa e teimavam em não ta dar).
Lembras-te mesmo?
Agora diz-me, serei eu a única a desejar que estas lembranças voltem a retomar o seu lugar como presente, agora mesmo?
terça-feira, 8 de março de 2011
Gostava de escrever um texto enorme a dizer como me fazes amar-te. Como amo tudo em ti. Como amo as tuas atitudes. Como amo a tua maneira de ser. Como amo a tua perfeição.
Mas penso que se o fizesse, não só não seria realmente sentido, como seria uma grande mentira. Não sei porque, mas, de momento, não consigo amar-te... Talvez esteja com medo de entrar de novo numa relação assim "tão séria"...
Talvez isso venha a mudar...
Mas penso que se o fizesse, não só não seria realmente sentido, como seria uma grande mentira. Não sei porque, mas, de momento, não consigo amar-te... Talvez esteja com medo de entrar de novo numa relação assim "tão séria"...
Talvez isso venha a mudar...
Mas quem sabe realmente? Eu estou toda estragada emocionalmente...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Conto-te...
Um dia conto-te todo o mal que me causaram.
Conto-te como num dia fizeram com que todo um mundo desabasse em cima de mim.
Conto-te como o meu interior se desmoronou, e como ainda não está reconstituido.
Conto-te como me é dificil a aproximação repentina contigo e com os teus pais devido à minha perda (tanto em relação a ele como à familia dele).
Conto-te como não sei como não descambei até ao final mesmo, e conto-te em quem encontrei esperança e ajuda.
Conto-te quem foi que me conseguiu apanhar e tirar do desespero profundo.
Um dia conto-te como me senti humilhada, usada e trocada, e talvez consigas compreender o porquê de algumas das minhas atitudes de auto-defesa...
Conto-te como num dia fizeram com que todo um mundo desabasse em cima de mim.
Conto-te como o meu interior se desmoronou, e como ainda não está reconstituido.
Conto-te como me é dificil a aproximação repentina contigo e com os teus pais devido à minha perda (tanto em relação a ele como à familia dele).
Conto-te como não sei como não descambei até ao final mesmo, e conto-te em quem encontrei esperança e ajuda.
Conto-te quem foi que me conseguiu apanhar e tirar do desespero profundo.
Um dia conto-te como me senti humilhada, usada e trocada, e talvez consigas compreender o porquê de algumas das minhas atitudes de auto-defesa...
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Eu quero
Eu quero.Eu quero que alguém me descreva como Luís de Camões descreve as mulheres por quem se apaixona nos poemas em que leio em Literatura Portuguesa.
Eu quero que esse alguém note quando não estou por perto.
Eu quero que ele encontre no meu sorriso um foguete de cores, quero que ache que rio melhor que todas as outras raparigas, como um trovador uma vez disse.
Eu quero que ele encontre esperança e amor nos breves circulos verdes dos meus olhos.
Eu quero que ele aprecie o meu andar.
Eu quero que ele goste da minha cara, mesmo quando tiver com a expressão mais cómica.
Eu quero que ele sinta o movimentos dos meus cabelos escuros ondulados.
Eu quero que ele anseie pelo meu abraço.
Eu quero que ele me diga que sou melhor que a mulher dos seus sonhos porque sou real.
Eu quero que ele sinta a minha falta.
Eu quero que ele aprecie os meus dotes musicais.
Eu quero que ele me olhe com adoração estampada na face.
Eu quero que ele me peça para cantar.
Eu quero que ele me faça sentir amada e protegida.
Eu quero que ele exista, por favor.
Eu quero que esse alguém note quando não estou por perto.
Eu quero que ele encontre no meu sorriso um foguete de cores, quero que ache que rio melhor que todas as outras raparigas, como um trovador uma vez disse.
Eu quero que ele encontre esperança e amor nos breves circulos verdes dos meus olhos.
Eu quero que ele aprecie o meu andar.
Eu quero que ele goste da minha cara, mesmo quando tiver com a expressão mais cómica.
Eu quero que ele sinta o movimentos dos meus cabelos escuros ondulados.
Eu quero que ele anseie pelo meu abraço.
Eu quero que ele me diga que sou melhor que a mulher dos seus sonhos porque sou real.
Eu quero que ele sinta a minha falta.
Eu quero que ele aprecie os meus dotes musicais.
Eu quero que ele me olhe com adoração estampada na face.
Eu quero que ele me peça para cantar.
Eu quero que ele me faça sentir amada e protegida.
Eu quero que ele exista, por favor.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Era Uma Vez...
Ela tinha um amigo. Um amigo que tentava sempre levantá-la para um melhor nível de humor, que a fazia rir com vontade, e que se certificava todos os dias se ela estava bem. E de dia para dia, a menina foi melhorando.
Com o passar das horas, as cores do seu mundo passaram daquele cinzento opaco para um cinzento fumo, e, consecutivamente, deixaram que o seu fumo transparecesse algum brilho e cor fraca.
A menina ansiava todos os dias pelo seu 'Olá' diário, ou até pelo seu telefonema.
E a sua música começou a soltar-se um pouco todos os dias do seu fio de melancolia, e começou a unir-se à alegria depravada, combinando com dias solarengos de Inverno.
Ela ansiava para que as aulas retomassem, para poder de novo ver a sua face de expressão marota diariamente, ouvir a sua gargalhada a ecoar, e sentir o seu olhar posto nela.
E todos os dias eles trocavam mensagens, mensagens alegres que a deixavam radiante.
E o seu coração, aos poucos e poucos conseguiu ser concertado pelo seu amigo.
E as aulas começaram. Ela via-o de novo. Via a sua face marota, ouvia a sua gargalhada, e corava quando os seus olhares cruzavam. E ao toque do final das aulas ela descia a rua para ir apanhar o comboio, e o seu mundo era brilhante, colorido com cores quentes e alegres. A música que ouvia com os seus phones grandes era mexida e dava-lhe vontade de dançar. E, algo estupidamente, ela tinha um sorriso cravado na sua cara que nunca a abandonava, e que enchia a sua alma. Ela pensava nele ,constantemente, ele nunca a abandonava.
Os amigos dela diziam que ela não tinha nada a ver com ele, e que era muito pouco provável eles terem alguma coisa juntos, um futuro que fosse, mas ela achava que podiam, ela gostava mesmo dele, e ela queria mesmo estar com ele.
No entanto esta história, meus amigos, não teve um final feliz, e o mundo da menina voltou de novo a ter um tom cinzento, opaco, e muito vazio.
Era uma vez uma menina que tinha o coração partido.
about
Amor,
Desejos,
Dor,
Emoções,
Inseguranças,
Medo(s),
Melancolia,
Nostalgia,
Tristeza
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